A governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini garantiu o apoio necessário para encaminhar para Brasília o projeto de criação do Parque Nacional da Furna Feia. De acordo com informações da Setur, para que a regulamentação do Parque aconteça, é preciso ter a aprovação da sociedade, o apoio das associações, entidades e órgãos ligados ao turismo no Rio Grande do Norte, e da Casa Civil do Governo Federal. "Precisamos do apoio de todos para que o projeto ande com agilidade, pois é um sonho possível. Podemos ser referência nesse tipo de turismo como a Chapada Diamantina já é", disse Rosalba Ciarlini.
De acordo com o secretário de Estado do Turismo, Ramzi Elali, a maior intenção do estado ao apoiar a criação do Parque é barrar o desmatamento da caatinga ajudando na sua recuperação e principalmente transformar a área em um importante atrativo turístico. "Assim estaremos dando uma grande contribuição para a promoção da interiorização do turismo no RN. Este será um dos grandes atrativos da região", explica Ramzi. Além da união dos deputados potiguares ao referendar o projeto em Brasília, a regulamentação dependerá, ainda, do apoio efetivo da população de Mossoró e Baraúna. Para que a população conheça o projeto, serão realizadas duas audiências públicas em maio.
O chefe do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas, Diego Bento, um dos responsáveis pelo projeto, apresentou todo o estudo do Parque, localizado em uma área de 10 mil hectares, nos municípios de Mossoró e Baraúna. "Esta região é muito rica e deve ser preservada corretamente e ao mesmo tempo, a criação do Parque vai gerar renda para as pessoas que vivem na região por causa da criação deste roteiro de turismo ecológico e de aventura controlada", explicou. Segundo dados do Cecav até agora, em apenas 2% da área total da reserva, já foram encontradas 213 cavernas com grande variedade de fauna e flora cuja vegetação típica é a caatinga. Entre as espécies detectadas estão 105 de plantas, com destaque para a Aroeira do Sertão, árvore típica da caatinga e que está em extinção, e 135 espécies animais, várias nas listas oficiais da fauna em extinção, como o gato vermelho.
O chefe do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas, Diego Bento, um dos responsáveis pelo projeto, apresentou todo o estudo do Parque, localizado em uma área de 10 mil hectares, nos municípios de Mossoró e Baraúna. "Esta região é muito rica e deve ser preservada corretamente e ao mesmo tempo, a criação do Parque vai gerar renda para as pessoas que vivem na região por causa da criação deste roteiro de turismo ecológico e de aventura controlada", explicou. Segundo dados do Cecav até agora, em apenas 2% da área total da reserva, já foram encontradas 213 cavernas com grande variedade de fauna e flora cuja vegetação típica é a caatinga. Entre as espécies detectadas estão 105 de plantas, com destaque para a Aroeira do Sertão, árvore típica da caatinga e que está em extinção, e 135 espécies animais, várias nas listas oficiais da fauna em extinção, como o gato vermelho.
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